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Plano de Carreira imposto pela Petrobrás é prejudicial aos trabalhadores

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Sem negociação com as representações sindicais, a Petrobrás está implantando um Plano de Carreira e Remuneração (PCR), através de contratos individuais, em substituição ao PCAC (Plano de Classificação e Avaliação de Cargos), que é garantido no Acordo Coletivo de Trabalho.  Por trás desta manobra, estão objetivos claros da direção da empresa: adequar os instrumentos de gestão ao processo de privatização, reduzir direitos e desmontar o principal arcabouço de conquistas dos petroleiros, que é o ACT.

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Juízes alertam para decisões do STF que ameaçam direitos trabalhistas

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A presidenta Dilma Rousseff denunciou por vezes que o golpe consumado pelo Senado não era apenas contra o seu mandato, mas contra os direitos dos trabalhadores. A passos acelerados, os trabalhadores enfrentam o avanço de uma política que ameaça direitos trabalhistas e tenta impor uma reforma que estabelece como regra não o direito legalmente assegurado, mas o que for “negociado” numa desigual correlação de força em que o trabalhador é o lado mais fraco.

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Que sirva de alerta: mexeu com meu amigo, mexeu comigo!

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O recado foi dado. A pronta reação desfechada pelo SINDIPETRO-RN e a disposição de luta demonstrada pelos trabalhadores e trabalhadoras do Polo Industrial de Guamaré e das plataformas marítimas comprovam que a categoria petroleira não reagirá passivamente. Ameaças, chantagens e punições a participantes da greve realizada em novembro serão respondidas coletivamente e de maneira firme. Tal como ocorreu nesta quinta-feira, 3, na sede da Petrobrás, em Natal.

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Alexandre Domingos
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Projeto de Serra transfere lucro do pré-sal para multinacionais

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Especialista afirma que o projeto poderá tirar até R$ 50 bilhões da saúde e educação

O projeto de lei 131/2015, do senador José Serra (PSDB-SP), que tramita em regime de urgência no Senado e deve ser colocado em votação esta semana, pode transferir para as multinacionais os lucros que o povo brasileiro teria com a exploração dos recursos do pré-sal que, pela legislação atual, destinará 50% dos seus lucros para financiar as áreas de saúde e educação. E, para agravar o quadro, ainda colocar o país sob risco ambiental grave e desnecessário. 
 

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