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10 de novembro: reforçar a luta contra as reformas e em defesa da soberania

07 de novembro de 2017 às 10:32

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Foto: Christian Vasconcelos

A Diretoria Colegiada do SINDIPETRO-RN conclama a categoria petroleira norte-rio-grandense a participar do Dia Nacional de Mobilizações, Paralisações e Greves. De caráter nacional, a jornada será realizada na próxima sexta-feira, 10, e está sendo convocada pelas principais centrais sindicais brasileiras.

O movimento protesta contra as reformas trabalhista e previdenciária e o abrandamento da legislação referente à proibição do trabalho escravo. Petroleiros e outras categorias profissionais também se integrarão às manifestações denunciando as ameaças de privatização do patrimônio público e os ataques à soberania.

Prevista para entrar em vigor no próximo sábado, 11, a contrarreforma trabalhista promoverá uma série de mudanças prejudiciais aos trabalhadores e trabalhadoras. Ao todo, são mais de 100 alterações na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que flexibilizam, reduzem e acabam com direitos conquistados, com muita luta, ao longo de quase 80 anos.

Para o diretor do SINDIPETRO-RN da Base Natal, Ivis Corsino, é fundamental que os petroleiros e petroleiras participem das manifestações agendadas em cada cidade e que encontrem uma forma de protestar, onde quer que estejam trabalhando. Ele explica que, “em reuniões setoriais, cada base está sendo chamada a definir a forma de luta com a qual irá se mobilizar”.

Em Natal, na sexta-feira, às 9 horas, o Sindicato promove assembleia em frente à sede da Petrobrás. Às 14 horas, as centrais sindicais estão programando uma concentração na Praça Gentil Ferreira, no bairro do Alecrim. Em seguida, os manifestantes caminham até o centro da cidade, onde realizarão um ato público às 17 horas, em frente à agência da Caixa Econômica Federal, na rua João Pessoa.

Em Mossoró, o Ato/Assembleia de petroleiros começa às 6h30, em frente à sede da Petrobrás (Base-34). Em seguida, às 9 horas, a categoria se integra à concentração unitária, na avenida Presidente Dutra, proximidades do restaurante Arte da Terra. Deste local, os manifestantes saem em caminhada até a agência da Caixa Econômica Federal, na avenida Coronel Gurgel, no Centro, onde será feito o encerramento com um ato público.

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