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Ato na Refinaria Abreu e Lima encerra mobilizações de julho contra privatizações

26 de julho de 2018 às 17:06

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Foto: Arquivo

A FUP e seus sindicatos realizaram na manhã desta quinta-feira um ato nacional na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que fechou o calendário de luta deste mês de julho contra as privatizações no Sistema Petrobrás. Junto com a Refinaria Landulpho Alves (RLAM), na Bahia, a unidade foi colocada à venda, num pacote fechado, que inclui ainda cinco terminais e 770 Km de oleodutos.

O negócio, barrado momentaneamente por uma liminar do Supremo Tribunal Federal (STF), que impede o governo de vender empresas públicas sem autorização do Legislativo, faz parte do projeto de privatização das refinarias anunciado em abril pelos gestores da Petrobrás.

O objetivo é entregar à concorrência 60% do controle acionário das refinarias do Nordeste e do Sul do país, em dois grandes conjuntos de ativos, que incluem as unidades que atendem cada uma destas regiões, além de todo o sistema de logística da Transpetro para distribuição e escoamento dos derivados produzidos por elas.

O ativo Sul inclui a Refinaria Alberto Pasqualini (REFAP), no Rio Grande do Sul, a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (REPAR), no Paraná, sete terminais e 736 km de oleodutos. Essas quatro refinarias representam 36% da capacidade de refino do país e são responsáveis por abastecer toda região Sul, Norte e Nordeste, além de Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

Para denunciar os impactos que esse desmonte causará ao país, a FUP e seus sindicatos realizaram ao longo de julho atos em todas as refinarias ameaçadas de privatização. A primeira mobilização foi na RLAM, no dia 03 de julho, seguida da REFAP (no Rio Grande do Sul), no dia 12 de julho, e da REPAR (no Paraná), no dia 17 de julho.

O SINDIPETRO-RN esteve presente no ato público em defesa da Refinaria Abreu e Lima, representado pelo seu coordenador-Geral, Ivis Corsino.

Fonte: FUP 

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