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SETOR PRIVADO

Bases da Empercom seguem rejeitando proposta para o Acordo Coletivo 2013/2014

As assembleias aconteceram nos últimos dias 3 e 4 de fevereiro.

05 de fevereiro de 2014 às 17:26

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Foto: Arquivo

Proposta de reajuste salarial abaixo da inflação, ausência de reajuste dos benefícios e da ajuda de custo para combustível. Estes são apenas alguns dos motivos que levaram trabalhadores da maioria das bases da Empercom a rejeitar a proposta para a contemplação do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2013/2014 oferecida pela Empresa. As assembleias aconteceram nos últimos dias 3 e 4 de fevereiro.

4% abaixo da inflação avaliada em 6,5%, o reajuste salarial proposto foi um dos focos das críticas dos funcionários lotados nas bases de Riacho da Forquilha, Fazenda Belém, Lorena, Canto do Amaro e Base-34. Eles também lamentaram a não contemplação do reajuste na ajuda de custo para o combustível e demais benefícios - uma de suas principais reivindicações -, além do parcelamento em seis vezes dos valores retroativos referentes ao reajuste salarial. Este seria pago de abril a setembro de 2014.

O documento deverá ser apreciado, ainda, pelos operadores de sondas do Alto do Rodrigues e Macau, na próxima sexta-feira, 7. Caso a rejeição seja mantida, um prazo de seis dias será estabelecido para submissão de uma nova proposta. Entretanto, antes disso já se cogita a paralisação das atividades. Uma possibilidade que deverá ser apreciada em assembleia geral, caso o prazo indicado pelo Sindicato não seja cumprido.

Os diretores do Setor Privado demonstraram sua insatisfação ao falar da proposta apresentada pela Empercom. “É insuficiente e não atende com os anseios da categoria”, ratificou Pedro Idalino. “É lamentável, nenhum dos adicionais teve reajuste. Não descartamos a possibilidade de greve”, complementou Manoel Assunção.

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