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Brasil 247: Brasil vira filé para petroleiras globais

23 de janeiro de 2017 às 16:30

destaque

Foto: Arquivo

O feirão de ativos da Petrobras promovido por Pedro Parente e a disposição da administração de Michel Temer em permitir a dilapidação dos recursos nacionais por empresas estrangeiras transformaram o Brasil numa espécie de filé mignon para as petroleiras globais. Enquanto a Petrobras encolhe, a recuperação do preço do petróleo torna o negócio ainda mais atraente para as multinacionais; sem perfurar poços no país desde 2014, quando os preços da commodity começaram a cair, a francesa Total e a norueguesa Statoil anunciaram planos de voltar a explorar o mar brasileiro; outra companhia que planeja investir é a australiana Karoon, que pretende abrir dois poços para avaliar melhor a descoberta de Echidna, na camada Pós-sal da Bacia de Santos.

247 - O feirão de ativos da Petrobras promovido por Pedro Parente e a disposição da administração de Michel Temer em permitir a dilapidação dos recursos nacionais por empresas estrangeiras transformaram o Brasil numa espécie de filé mignon para as petroleiras globais.

Enquanto a Petrobras encolhe, a recuperação do preço do petróleo torna o negócio ainda mais atraente para as multinacionais. Sem perfurar poços no país desde 2014, quando os preços da commodity começaram a cair, a francesa Total e a norueguesa Statoil anunciaram planos de voltar a explorar o mar brasileiro.

Outra companhia que planeja investir é a australiana Karoon, que pretende abrir dois poços para avaliar melhor a descoberta de Echidna, na camada Pós-sal da Bacia de Santos.

As informações são de reportagem André Ramalho do Valor. 

"A Total vai investir, a partir deste ano, US$ 300 milhões num primeiro ciclo exploratório em águas ultraprofundas da Bacia do Foz do Amazonas, na costa do Amapá. A empresa prevê perfurar até nove poços, entre 2017 e 2020, naquela região. Os equipamentos já chegaram ao Porto de Belém e a petroleira francesa aguarda licença para iniciar a campanha exploratória. 

De acordo com a consultoria Wood Mackenzie, as petroleiras devem aumentar em 3%, para US$ 450 bilhões, os investimentos neste ano em exploração de petróleo em todo o mundo, graças ao fato de o preço do barril estar acima de US$ 50."

Acessível em: http://www.brasil247.com/pt/247/economia/276446/Brasil-vira-fil%C3%A9-para-petroleiras-globais.htm

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