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Preparação

Centrais sindicais articulam Dia Nacional de Paralisação na 2ª quinzena de março

Calendário de mobilizações e debates visa derrotar as contrarreformas previdenciária e trabalhista

01 de fevereiro de 2017 às 10:18

Com o objetivo de barrar a aprovação das contrarreformas previdenciária e trabalhista, articuladas pelo governo golpista chefiado por Michel Temer, dirigentes das principais centrais sindicais brasileiras aprovaram um calendário de mobilizações unitárias que deverá culminar com a realização de um Dia Nacional de Paralisação, previsto para a segunda quinzena do mês de março.

De acordo com a agenda consensual, pactuada por representantes da CTB, CUT, UGT, CGTB, CSB, Intersindical e Força Sindical, até a data de deflagração do movimento, que ainda será definida, as entidades sindicais deverão promover seminários e debates, além de reforçar mobilizações em Brasília.

O objetivo imediato principal deverá ser o de desmascarar o discurso governista, amplamente difundido em propagandas de rádio, TV e redes sociais, e que apregoa serem as reformas fundamentais e inevitáveis, ainda que as justificativas para sua aprovação sejam amplamente contestadas por técnicos e especialistas da área.r mobilizações em Brasília.

Segundo o diretor da CTB, Eduardo Navarro, "o mais importante é que cada sindicato faça o debate com sua própria categoria. São dois meses para o trabalho de convencimento de que estas reformas não vão ajudar a classe trabalhadora, mas piorar a sua condição. São dois meses para que os trabalhadores dirijam às reformas da previdência e trabalhista a mesma insatisfação que os fazem protestar por aumento salarial", afirmou.

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