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Com Dilma, SINDIPETRO-RN defende integridade da Petrobrás e manutenção dos campos de produção

05 de agosto de 2016 às 11:31

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Foto: Arquivo

Em reunião com a presidente afastada Dilma Rousseff, o coordenador geral do SINDIPETRO-RN, José Araújo, defendeu a manutenção da integridade do Sistema Petrobrás e pediu a suspensão de todos os procedimentos relacionados à venda de campos petrolíferos e de outros ativos programados pela companhia. A solicitação foi apresentada na tarde desta quinta-feira, 4, em Brasília, durante audiência concedida por Dilma a representantes dos movimentos sociais.

Segundo Araújo, além de prestar solidariedade à presidente, o encontro teve por objetivo “apresentar reivindicações para o caso de seu possível retorno ao exercício do cargo”. Com expressiva participação do movimento sindical petroleiro, a reunião também contou com a presença de entidades representativas de metalúrgicos, bancários, trabalhadores em Educação, estudantes universitários (UNE) e trabalhadores rurais (Via Campesina), entre outros segmentos.

Estudo

Após as intervenções dos representantes de entidades gerais presentes, o coordenador do SINDIPETRO-RN, José Araújo, foi convidado pela Federação Única dos Petroleiros – FUP a fazer a entrega de um estudo à presidente Dilma. Elaborado a partir de um seminário promovido pelo Sindicato em novembro de 2015, promovido conjuntamente com a Associação dos Geólogos do RN, Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET-NS, DIEESE e FUP, o trabalho conclui pela viabilidade exploratória da Bacia Potiguar e pela importância da permanência da Petrobrás no Estado, atuando como instrumento de indução do desenvolvimento econômico e social local.

Ao entregar o estudo à Dilma, o coordenador do SINDIPETRO-RN se disse convencido de que “para os estados produtores, os campos terrestres de petróleo têm a mesma importância que o pré-sal tem para o Brasil”. Falou, também, que “a venda dos campos petrolíferos trará grandes prejuízos econômicos e sociais, afetando principalmente os trabalhadores e as comunidades locais”, e fez um pedido à presidente: “Nosso apelo é que, ao reassumir o mandado que o povo lhe confiou, que a senhora desautorize e suspenda imediatamente a venda de todos ativos da Petrobrás, especialmente, no Rio Grande Norte”.