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Outubro Rosa

Diagnóstico precoce eleva para 95% as chances de cura do câncer de mama

Instituto Nacional do Câncer (INCA) afirma que no Brasil há quase 60 mil novos casos por ano

11 de outubro de 2017 às 16:43

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Foto: Arquivo

O mês de outubro marca mais uma edição da campanha do “OUTUBRO ROSA”. O mês é especialmente dedicado a alertar para o câncer de mama e para a necessidade do diagnóstico precoce da doença na luta pela cura. Especialmente no dia 19 de outubro, é comemorado o Dia Internacional contra o Câncer de Mama.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil há quase 60 mil novos casos por ano de câncer de mama e o número anual de mortes gira em torno de 15 mil. Segundo o INCA, quando descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

A CAMPANHA

Com o objetivo de chamar a atenção para a doença, surgiu, na década de 1990, no Estados Unidos, a campanha Outubro Rosa, hoje difundida em diversos países. No Brasil, a primeira iniciativa partiu de um grupo de mulheres, em 2002, e foi marcada pela iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo — em 2 de outubro, na comemoração dos 70 anos do encerramento da revolução, o monumento ficou iluminado com a cor da campanha.

Anos mais tarde, entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em diversas cidades. Aos poucos, o Brasil foi ganhando a simbólica cor em todas as capitais e o mês de outubro tornou-se símbolo da luta pela prevenção e tratamento.

Além da mamografia, o Outubro Rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo pesquisa do Inca, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. Dados dão conta que uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor.

SINAIS DO CORPO

Apesar de o câncer ser uma doença, na maioria das vezes, com desenvolvimento silencioso, algumas mulheres sentem mudanças no corpo. Os sintomas incluem nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e alterações na forma ou na textura do mamilo ou da mama. O tratamento depende da fase do tumor. Pode incluir quimioterapia, radioterapia e cirurgia. E a importância do diagnostico precoce cresce, já que em estágio avançado a taxa de cura cai para 50% e até 40%.

Saiba mais acessando o site da Femama e do INCA

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