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Greve Geral: sede Natal tem assembleia nesta sexta-feira, 30

27 de junho de 2017 às 13:05

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Foto: Christian Vasconcelos

A Diretoria Colegiada do SINDIPETRO-RN está convidando os trabalhadores e trabalhadoras lotados na sede administrativa da Petrobrás, em Natal, para uma assembleia geral extraordinária, a ser realizada nesta sexta-feira, 30, a partir das 8h30, em frente ao portão principal de entrada da unidade.

A sessão tem por objetivo deliberar sobre a adesão ao Dia Nacional de Greves e Paralisações, organizado pelas centrais sindicais e movimentos sociais, em protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária e a lei da Terceirização. Em diversas áreas operacionais, a categoria petroleira norte-rio-grandense já se manifestou, por ampla maioria, em favor da paralisação.

Nas bases administrativas, situadas em Natal e Mossoró (Base 34), os petroleiros também deverão se incorporar às manifestações unitárias com outras categorias, que cobrarão a renúncia do presidente usurpador, Michel Temer, recentemente denunciado ao STF por corrupção, e que reivindicarão a convocação de eleições diretas.

Em Mossoró, os protestos terão concentração às 15h, na igreja católica do Alto de São Manoel, na avenida Presidente Dutra. Com faixas e bandeiras, os manifestantes seguirão em caminhada até à Praça do PAX, onde será realizado um ato político-cultural promovido pelas centrais e sindicatos.

Em Natal, a concentração acontece a partir das 15h, na esquina das avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira (IFRN/Midway), em Lagoa Nova. Em seguida, os manifestantes caminharão pela BR-101, em direção à Praça da Árvore, em Mirassol, onde será realizado o “Arraiá das Diretas Já!”.

Resistência

Nos últimos meses, a disposição de unidade manifestada pelas centrais sindicais resultou em uma série de mobilizações importantes, como os atos de 8 e 15 de março, a Greve Geral de 28 de abril e o Ocupe Brasília, em 24 de maio.

A amplitude que caracterizou esses movimentos de resistência provocou o recuo do governo em diversos pontos da Reforma da Previdência e sua derrota na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, no projeto da reforma trabalhista que foi à discussão na última semana.

A organização de mobilizações massivas em um grande número de cidades brasileiras, envolvendo diversos setores e segmentos sociais, é fator decisivo para forçar o isolamento político do governo, produzindo a divisão e o enfraquecimento de sua base de apoio no Congresso Nacional.

 

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