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TRANSPETRO

I Seminário Nacional dos Trabalhadores reforça unidade política e de ação

Defesa da Petrobrás e luta pela reincorporação da empresa foram debatidas durante Evento

27 de maio de 2015 às 16:14

Debater problemas comuns a trabalhadores que atuam em bases com realidades muito diferenciadas e construir uma carta aberta com bandeiras de luta unitárias, avançando no rumo da conquista de um Acordo Coletivo de Trabalho único para todos os trabalhadores Petrobrás. Estes foram os principais objetivos do I Seminário Nacional dos Trabalhadores da Transpetro, promovido pela Federação Única dos Petroleiros – FUP. O evento contou com a participação de até três indicados por sindicato filiado e foi realizado em Macaé-RJ, nos dias 23 e 24 de maio.

Para o coordenador-geral do SINDIPETRO-RN, José Araújo, que participou do Seminário ao lado dos diretores Tito Lívio e Pedro Idalino, “os trabalhadores da Transpetro realmente não acreditavam serem da Petrobrás, mas de uma empresa isolada”. Para Araújo, foi somente a partir do agravamento de problemas relacionados aos regimes de trabalho e terceirização; de conquistas como a AMS e a PLR; assim como da recente ameaça de venda de 49% da empresa, que esses trabalhadores sentiram necessidade de uma maior integração com os companheiros da holding.

Histórico – Desde a criação da Transpetro, as bases sempre privilegiaram as lutas em torno de demandas locais, por conta da forma dispersa com que estão distribuídas no território nacional, distantes entre si e com quantitativos de trabalhadores muito reduzidos, o que dificulta a articulação e a mobilização. Os problemas se agravam se forem comparadas as situações de trabalhadores de bases terrestres com as unidades no mar. Nelas, atuam trabalhadores de uma mesma empresa, porém, em regime organizacional e de relação hierárquica bem diferente.

Durante o seminário, além de questões relacionadas às condições de trabalho, foi discutida a unidade de ação entre trabalhadores de terra e mar, envolvendo a área operacional, manutenção e administração; a importância da subsidiária na geração de empregos e renda; a defesa da Petrobrás, contra a venda de ativos, bem como, a luta histórica pela reincorporação da empresa.

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