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DIA NACIONAL DE LUTA

Mossoró protesta contra a terceirização selvagem e em defesa da vida

Trabalhadores também rejeitam proposta da Empresa e aprovam paralisação no dia 26

21 de setembro de 2012 às 16:01

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Foto: Arquivo

Em manifestações realizadas nos dias 19 e 20 de setembro, no Canto do Amaro e na Base - 34, em Mossoró, a exemplo do que aconteceu na semana passada, no Campo de Riacho da Forquilha, petroleiros e petroleiras dos setores estatal e privado paralisaram as atividades e denunciaram as mazelas de que têm sido vítimas.

Precarização; insegurança; assédio e violência moral; ataques a direitos; contratos lesivos e calotes foram os problemas mais abordados, mas o debate sobre a crise capitalista e a gestão da Petrobrás e das empresas terceirizadas, também veio à tona. Na avaliação dos trabalhadores e trabalhadoras são administrações autoritárias e truculentas, marcadas pela prática da perseguição e pela ganância de lucro máximo, e que se apoiam na superexploração e nos ataques aos direitos dos trabalhadores.

Na Base-34, os petroleiros usaram um caixão de defunto para simbolizar o enterro da política de pessoal e permaneceram de braços cruzados até as 9h45, em frente à sede da Petrobrás. Os veículos foram todos estacionados do lado de fora das instalações.

Deliberações – Nas assembleias, trabalhadores e trabalhadoras rejeitaram a proposta salarial apresentada pela Companhia e aprovaram o indicativo da FUP, de realização de uma greve de 24 horas, no dia 26 de setembro. Além disso, aprovaram, ainda, que o indicativo de nova greve, a ser deflagrada no dia 10/10, caso a Companhia não apresente proposta satisfatória, seja antecipado para o dia 3/10, e que seja greve por tempo indeterminado.

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