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Marcha à ré

Petroleiros baianos também denunciam retração de investimentos

Resultado da desativação de atividades em plataformas e desmobilização de sondas é o crescimento do desemprego

09 de abril de 2013 às 13:01

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Foto: Arquivo

Além do Rio Grande do Norte, a concentração de investimentos nas áreas do Pré-sal, com progressiva desmobilização da exploração e produção em terra, já está se fazendo sentir também na Bahia. No sítio do SINDIPETRO-BA, a entidade denuncia a desativação de plataformas e a redução do número de sondas terrestres em atividade, com reflexos no emprego. Atualmente, mil trabalhadores já teriam sido desempregados.

Veja, a seguir, a matéria, na íntegra...

“Petrobras prejudica economia baiana e gera desemprego”

O Sindipetro Bahia publicou na última edição do jornal Diálogo (79) a desativação de plataformas e a crise que se instala na economia regional, com reflexos no emprego em vários municípios. Informação de técnicos da Petrobrás e de profissionais do setor petróleo indica que o quadro não é nada promissor na Bahia, com o processo de desativação das atividades tanto na área de plataformas, como na de perfuração de poços terrestres, em acelerado ritmo”.

Diante desse quadro, a direção da Petrobrás prefere o silêncio dos túmulos, faz de conta que nada acontece na planície. O governo, ou seus representantes, segue o mesmo caminho e adota a política dos “olhos e ouvidos tapados”: nada sabem, nada comentam, nada resolvem”.

E assim, de forma sorrateira e silenciosa, a Petrobrás realiza a “operação” desmobilização, processo que prejudica a economia estadual, provoca graves consequências socioeconômicas, com repercussão na produção e na geração de emprego. Para o mundo do trabalho, o medo e o desemprego: atualmente já estão sem atividades quase 1000 trabalhadores, resultado da desativação de 12 sondas.”.

Confira                   

1) Redução das sondas terrestres de perfuração: em 2012 eram 14, em 2013 apenas 3;

2) Em 2012 foram realizadas 160 perfurações, para todo o ano de 2013 só está programada 40, portanto, um quarto do que foi feito;

3) As sondas marítimas estão todas paradas, exceto a P-3, que dará suporte - não será perfuração - à parada de manutenção de Manati.

A direção do Sindipetro Bahia conclama todas as forças políticas da Bahia e o movimento sindical para reagir a esse descalabro, para exigir do governo baiano que adote urgentes medidas junto ao governo federal e à direção da Petrobrás, para reverter esse quadro”.

Para ler a matéria diretamente no sítio do SINDIPETRO-BA, clique aqui!

 

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