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Petroleiros norte-rio-grandenses dizem não às reformas de Temer e ao entreguismo de Parente

10 de novembro de 2017 às 21:39

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Foto: Gilson Sá

Nesta sexta-feira, 10, a categoria petroleira norte-rio-grandense integrou-se ao Dia Nacional de Mobilização e Luta, desde as primeiras horas da manhã. Organizada unitariamente por oito centrais sindicais, com o apoio da Frente Brasil Popular, a manifestação repudiou diversas medidas tomadas pelo governo golpista, especialmente a contrarreforma trabalhista, que é considerada o maior retrocesso social que o país já viveu, destruindo conquistas históricas consagradas na CLT.

Para petroleiros e petroleiras, a jornada de lutas também representou uma oportunidade de denunciar os crimes da dupla lesa-pátria Temer-Parente. Enquanto o golpista-presidente vai entregando o Pré-sal às petrolíferas estrangeiras, o entreguista que comanda a Petrobrás vai desmantelando e privatizando setores da Companhia, a fim de transformá-la em mera produtora e exportadora de óleo cru.

Mobilizações

Em Mossoró, após se reunirem em assembleia no início da manhã, em frente à sede administrativa da Petrobrás (Base 34), petroleiros e petroleiras de diversas empresas decidiram reforçar a manifestação unitária promovida pelas centrais sindicais e movimentos sociais. Segundo as entidades organizadoras, a mobilização encerrada em frente à agência da Caixa Econômica Federal, na região central da cidade, reuniu cerca de mil pessoas.

Em Guamaré, trabalhadores e trabalhadoras da Refinaria Clara Camarão – RPCC, da Unidade de Tratamento e Processamento de Fluidos – UTPF e de outras empresas integrantes do Polo atrasaram a entrada do turno. Na assembleia, em frente à entrada da instalação, foi realizado um debate sobre as contrarreformas trabalhista e previdenciária, e a necessidade de reação para barrar esses e outros retrocessos. A assembleia também decidiu promover uma “operação padrão” durante toda a sexta-feira.

Em Natal, foi realizada uma assembleia, às 9 horas, em frente à sede administrativa da Petrobrás. Além de apresentar informes sobre o andamento da negociações com vistas à renovação do Acordo Coletivo dos trabalhadores da Companhia, a Direção do Sindicato conclamou os presentes a comparecerem ao ato unitário convocado pelas centrais sindicais. A concentração teve início às 14 horas, na Praça Gentil Ferreira, no bairro do Alecrim, e deslocou-se em passeata, até o centro da cidade, Segundo os organizadores, cerca de cinco mil pessoas participaram dos protestos.