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Petroleiros paralisam plataformas por PLR

07 de julho de 2011 às 11:28

Mobilização já ocorre em cinco estados. Até sexta, ação tenta pressionar Petrobras

Os petroleiros aprovaram, nesta quarta-feira (6), estado de greve e prometem paralisações em plataformas marítimas e nas áreas terrestres de produção e exploração de petróleo e gás. O objetivo é pressionar a Petrobras a apresentar nova proposta de participação nos lucros ou resultados (PLR). O indicativo da Federação Única dos Petroleiros (FUP) é que as permissões de trabalho, necessárias para realizar qualquer atividade nas plataformas, não sejam emitidas durante toda esta quarta.

No Espírito Santo, as mobilizações começaram na Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTCG), com o atraso de uma hora para o início do expediente. Durante a ação, os petroleiros aprovaram que a assinatura da PLR seja condicionada ao comprometimento da Petrobras em não pagar os bônus gerenciais.

No Norte Fluminense, na Bacia de Campos, a base de Cabiúnas e as plataformas adotaram procedimentos especiais de paralisação indicados pelo sindicato da categoria, como a não emissão de permissões de trabalho, interrupção de serviços rotineiros, atrasos na entrada do expediente e a realização de atividades somente para manutenção da segurança durante as 24 horas de mobilização. Das cerca de 40 plataformas, 35 aderiram ao movimento.

As mobilizações na Bahia foram realizadas nas bases de Taquipe, Santiago, Miranga e Buracia, com adesão de 100% dos trabalhadores, que atrasaram o expediente em duas horas. 

No Rio Grande do Norte, os petroleiros da área operacional de produção terrestre do Campo do Amaro e Riacho da Forquila participaram das reuniões setoriais com o sindicato da categoria na região e atrasaram em uma hora a entrada do expediente. Os trabalhadores da sede administrativa de Mossoró também aderiram à paralisação.

No Ceará, a base de Paracuru também teve atraso de um hora para o embarque à plataforma. As mobilizações prosseguem até esta sexta-feira (8), com os trabalhadores das refinarias, dos terminais, termelétricas, usinas de biodiesel e unidades administrativas.

Fonte: Rede Brasil Atual

 

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