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UO-RNCE

SINDIPETRO-RN participa de reunião para montar agenda trabalhista

Recursos Humanos vai apresentar proposta de calendário para os próximos meses

06 de maio de 2016 às 14:07

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Foto: Gilson Sá

Retomar o calendário periódico de reuniões conjuntas para discutir questões relacionadas à defesa de direitos trabalhistas e da própria Petrobrás. Este foi o objetivo principal do encontro realizado na manhã desta sexta-feira, 6, entre diretores do SINDIPETRO-RN e a Gerência de RH da UO-RNCE, na Sede Administrativa de Natal. A próxima reunião já foi agendada para 23 de junho, ficando acordado que a gerente de Recursos Humanos, Carmem Lúcia, trará uma proposta de calendário para encontros a serem realizados nos meses seguintes.

Durante o encontro com o RH, a representação do Sindicato voltou a defender a necessidade de cumprimento de direitos garantidos pela Constituição Federal e pelo Acordo Coletivo de Trabalho, no sentido de que os diretores da entidade não sejam impedidos de frequentar instalações da Companhia e nem que lhes seja cerceado o papel de debater com a categoria as possíveis consequências e desdobramentos da conjuntura político-econômica atual, que ameaçam a manutenção de conquistas já adquiridas pela luta dos trabalhadores.  

Outra preocupação levantada pelos diretores do SINDIPETRO-RN é o clima de instabilidade provocado pelas várias mudanças administrativas que vêm ocorrendo dentro da Petrobrás. A categoria está ansiosa por conta da reestruturação, e teme que haja dispensas com a propalada venda de ativos ou, ainda, demissões ou transferências a quem recusar saída pelo PIDV. Nesse sentido, como forma de dissipar inquietações, a representação sindical cobrou um posicionamento mais tranquilizador da Gerência de Recursos Humanos.

Por outro lado, mesmo ciente das dificuldades relacionadas à possibilidade de mudança da característica seletiva da empresa, o Sindicato garante à categoria o respaldo necessário para proteger os trabalhadores de qualquer ataque, ação sem base legal ou de algo que caracterize assédio. A luta em defesa da Petrobrás e dos campos terrestres é permanente, mas os confrontos poderão ser evitados ou minimizados enquanto houver respeito e prioridade ao diálogo.

 

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