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Protagonismo

SINDIPETRO-RN participa de Seminário Internacional em São Paulo

Divanilton Pereira entende que países periféricos devem assumir nova posição no xadrez geopolítico mundial

22 de agosto de 2013 às 16:54

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Foto: CTB

Ciente da necessidade de ampliar as discussões políticas e sindicais, o SINDIPETRO-RN se uniu a dezenas de entidades sindicais de todo o mundo no Seminário Internacional promovido pelo Centro Nacional de Estudos Sindicais (CES), na última quarta-feira, 21 de agosto.  O Evento discutiu o papel do BRICS, bloco de nações constituído por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, na conjuntura geopolítica mundial.

Por sua vez, o sindicalista congolês Joseph Anatoli, destacou que, a partir de agora, o BRICS terá a responsabilidade de abranger outras nações, em especial as africanas, que também lutam pelo desenvolvimento. Para ele, é preciso que os governos dos cinco países deixem suas diferenças de lado para obter avanços. “E, fundamentalmente, os trabalhadores dessas nações precisam enfrentar e minimizar essas divergências”, completou.

A mesa foi coordenada por José Adilson, membro da Executiva Nacional da CTB. O primeiro palestrante foi o professor André Martin, livre-docente em Geografia da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o estudioso, os países que compõem o BRICS já começam a pautar uma nova geopolítica mundial, obtendo nos últimos anos a capacidade de conter a ganância dos países chamados “desenvolvidos”. 

Divanilton Pereira, dirigente da Executiva da CTB e diretor do SINDIPETRO-RN, iniciou sua palestra destacando o título da segunda mesa do Seminário: “A transição para uma nova geopolítica mundial, o papel do BRICS; Valorização do Trabalho e Soberania Nacional”. Segundo ele, no mundo atual está em curso uma transição que deixa de lado um cenário de unipolaridade e que passa a apresentar um panorama de multipolaridade. “Trata-se de uma nova circunstância política acelerada pela crise mundial do capitalismo”, afirmou.

Diante dessa nova ordem, o dirigente da CTB entende que os países periféricos, como Brasil e China, devem assumir uma nova posição no xadrez geopolítico mundial. “O BRICS não pode ser desprezado pela classe trabalhadora, por conta de seu papel anti-hegemônico. Temos que atuar nesse cenário, disputando a valorização do trabalho”, defendeu?

 

A  programação do Evento segue nesta quinta-feira, 22 de agosto.

 

 

 

 

 

Da Redação com CTB

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