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Setor Privado

SindipetroRN cobra respeito de terceirizadas aos Acordos Coletivos

Trabalhadores da Tucker, ETX e Hidrodex denunciam uma série de ações que ferem leis trabalhistas

15 de maio de 2012 às 10:54

TUCKER

Trabalhadores da Tucker Energy estão em greve por falta de condições de trabalho, atraso no pagamento de salários e benefícios. Até o fechamento desta edição, os funcionários não haviam recebido a remuneração referente  ao mês de abril. A empresa também não cumpre o ACT 2010/2011 e ainda não iniciou as negociações referentes ao Acordo Coletivo 2011/2012.

Após várias tentativas de contato frustradas, o Sindicato entrará com uma ação na Justiça para pagamento das verbas devidas e esclarecimento das irregularidades. Há quase oito meses, a terceirizada vem operanndo com dificuldades os três contratos que mantêm no Brasil.

Trabalhadores da unidade de Catú, na Bahia, também estão em greve. Segundo informações obtidas pelo Sindicato, dirigentes da Tucker Energy estiveram no Rio de Janeiro, no último dia quatro de maio, mas o teor do encontro não foi revelado.

ETX

O SINDIPETRO/RN denunciou a ETX, junto ao Ministério Público do Trabalho, por descumprimento do Acordo Coletivo. A unidade de Mossoró atrasa constantemente o pagamento de salários. No entanto, para alguns trabalhadores, o constrangimento da inadimplência salarial ainda é menor que a impossibilidade de contar com o serviço de saúde em momentos de necessidade, o que também tem acontecido com frequência. Por diversas vezes, o Sindicato solicitou esclarecimentos acerca dos problemas, mas o descaso da ETX se sobrepõe à responsabilidade, e seus gerentes permanecem inertes, sem dar qualquer retorno a esta entidade. As denúncias à Petrobrás também não surtiram efeito, o que levou o SINDIPETRO-RN a acionar os meios judiciais.

HODRODEX

A transferência da sonda da Hidrodex para Aracajú provocou diversos problemas que não estão sendo solucionados. Trabalhadores denunciam que a Empresa não está pagando os feriados acordados e as horas extras da manutenção, apesar de, em reunião com o Sindicato, a Petrobrás afirmar que todas as despesas de logística e horas extras dos trabalhadores pela viagem para Aracajú, estavam inclusas no aditivo assinado com a empresa.

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