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Campanha Reivindicatória

Trabalhadores da Petrobrás no RN aprovam Aditivo para cláusulas econômicas do ACT 2013/2015

Assembleias se encerraram nesta quarta-feira, 1º/10, com expressivos percentuais de aceitação

01 de outubro de 2014 às 16:28

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Foto: SINDIPETRO-RN

Com assembleias realizadas em Riacho da Forquilha, Alto do Rodrigues e Canto do Amaro, os trabalhadores da Petrobrás no Rio Grande do Norte concluíram nesta quarta-feira, 1º/10, o calendário de sessões deliberativas destinadas a apreciar a contraproposta da companhia para a atualização das cláusulas econômicas do Acordo Coletivo de Trabalho 2013-2015.

O indicativo de aceitação orientado pelo Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros – FUP - obteve expressiva adesão, com os seguintes índices finais: 91,6% a favor; 7,7% contra; e 0,7% de abstenções. A assinatura do Acordo realizada ao final da tarde de ontem, 1º, assegura o pagamento dos valores acordados no próximo dia 10 de outubro.

A proposta aprovada garante majoração da tabela da RMNR em 9,71%, o que representa um acréscimo real nos salários entre 2,36% e 3%, superando o reajuste conquistado no ano passado (1,82% a 2,33%). O índice também coloca os petroleiros ao lado das categorias profissionais que obtiveram ganhos reais de salários mais elevados em 2014.

Outros pontos considerados avanços foram o abono proposto pela Petrobrás, que passou a ser de 1,06% incidente sobre a soma da RMNR mais o ATS ou R$ 7.668, o que for maior; a extensão dos níveis concedidos aos trabalhadores da ativa em 2004, 2005 e 2006 para 34.460 aposentados e pensionistas; e os percentuais de reajuste incidentes no auxílio almoço, vale-alimentação, gratificação de Campo Terrestre de Produção e dos benefícios educacionais e do programa Jovem Universitário.

Taxa – Além de aprovarem o Aditivo para as cláusulas econômicas do ACT-2013/2015, os trabalhadores do Sistema Petrobrás no RN concordaram em pagar uma Taxa Assistencial, em favor do SINDIPETRO-RN, com desconto previsto para o salário de novembro, sendo de 0,5% para os sindicalizados e 2% para os não sindicalizados. Os índices foram: 91,5% a favor; 7,7% contra; e 0,8% abstenções.

A taxa tem por objetivo viabilizar a recuperação do imóvel que abriga a subsede do Sindicato, em Mossoró, minimizando o impacto dessa despesa sobre as finanças correntes do Sindicato, afetadas pela adesão de trabalhadores ao PIDV e pela retração de investimentos no setor petrolífero que contribuiu para a diminuição de postos de trabalho.

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