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TRANSPETRO

Trabalhadores do Terminal de Santos Reis lutam por transferência

Espera do pessoal da Manutenção pela prometida transferência para o Pólo Guamaré já dura seis meses

09 de July de 2013 às 15:20

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Foto: Arquivo

Preocupados com a indefinição de seus regimes e locais de trabalho após a desativação da Unidade da Transpetro de Santos Reis, em Natal, os trabalhadores da Operação e Manutenção da Empresa solicitaram uma reunião com SINDIPETRO-RN, no último dia 4 de julho. Na oportunidade, expressaram sua indignação com o fato de estar esperando há seis meses o cumprimento da prometida transferência para a Unidade do Polo Guamaré.

A equipe, composta por, aproximadamente, oito pessoas, trabalhava em regime de turno eventual e sobreaviso, porém, desde a parada da Unidade, passou para o regime administrativo, acarretando perda de 40% na remuneração. A prometida transferência foi adiada por seis vezes desde a desativação do Terminal de Natal, em 12 de janeiro, e da última vez foi agendada para o último dia 1º de julho. Até essa data a gerência não se pronunciou conforme o prometido o que é uma total falta de respeito com os trabalhadores. Dessa forma, a retroatividade também é uma exigência. 

Além do pleito para que a Transpetro defina a lotação de todos os trabalhadores nos seus respectivos postos de trabalho no Polo Guamaré, reivindica-se, ainda, o recebimento de indenização pelo fim do regime, conforme prevê a Lei 5.811/97. Cientes desses direitos, os trabalhadores enviaram um e-mail ao RH pedindo um posicionamento sobre o assunto, mas não obtiveram retorno.   

Mas, segundo informações não oficiais, o Gerente Regional da Transpetro, Marcelo Rodrigues, entendeu que, como os trabalhadores seriam transferidos para Guamaré (o que até agora não aconteceu), não caberia o pagamento da indenização. Mas, do ponto de vista jurídico, as situações são independentes, ou seja, a transferência não anula o direito à indenização.

O SINDIPETRO-RN já solicitou uma reunião com a Gerência da Transpetro, mas esta parece preferir a inércia a resolver o problema dos trabalhadores. O Sindicato exige respeito e um pronunciamento oficial com as devidas soluções para os problemas apresentados.

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